Quinta-feira, 24 de Janeiro de 2008

Discos Pedidos (para levar)

Há cerca de 2 meses escrevi aqui sobre um sítio na Internet que permite pesquisar músicas e, de seguida, ouvi-las - o Songza.com. Como se de uma jukebox online se tratasse e à distância de um click. Tudo sem sequer ser necessário transferir quaisquer ficheiros para o seu computador.

Hoje li uma recomendação para um serviço análogo mas mais completo. Permite, não só ouvir músicas "a pedido", como também guardá-las para mais tarde recordar (no caso, por exemplo, de não se encontrar online).
É sugestivamente apelidado de SEEKMP3 e não tem que enganar. Basta procurar, encontrar, ouvir e, se for o caso, transferir. Tão simples quanto isto.

Já menos simples será discutir a questão dos direitos autorais e a sua violação que decorre (?) da utilização destes serviços. O tempo - e quem de direito - o dirá.
Entretanto, bom proveito!

Quinta-feira, 15 de Novembro de 2007

Ordens, para que vos quero...?

Há já alguns anos tive o privilégio de ter um professor brilhante que defendia que os movimentos corporativistas, em geral, e as Ordens, em particular, são meios privilegiados para a difusão da mediocridade.
Creio que agora esse outrora professor universitário é hoje deputado na bancada de um dos partidos de oposição. Na altura, no banco dos alunos, aquelas palavras vinham apenas de encontro a uma convicção minha de há muito tempo. Hoje, volvidos apenas 5 anos mantenho essa convicção e, muito provavelmente, o brilhante deputado pensará ainda de forma igual. Razões, pelo menos, não faltam.

Para contrariar aquilo a que já apelidei de convicção, leio hoje com agrado, no jornal Público, que o bastonário da Ordem dos Médicos reiterou a vontade de não alteração do artigo 47º do código deontológico, que considera a prática de aborto como uma “falha grave”, tal como tinha pedido o ministro da Saúde.
Na origem da questão está o referendo que veio legitimar a matança (quase) indiscriminada de crianças enclausurados no ventre materno por ordem da mãe e, mais recentemente, um parecer da Procuradoria-Geral da República que ordena seja “reposta a legalidade” nesta matéria. Ou seja, vem impor aos técnicos da saúde que alterem o seu Código Deontológico de modo a que a carnificina seja praticada sem impedimentos morais ou, dito por outras palavras, que as regras escritas de conduta profissional sejam adequadas aos novos tempos; às novas vontades.

O bastonário, Pedro Nunes de seu nome, veio a público pôr bem claro que a independência, autonomia e liberdade dos médicos não são negociáveis e que, por isso, não vai alterar os regulamentos. Palavras sábias.

Temo apenas que as palavras do bastonário não sejam mais do que o garante premeditado e antecipado para que a abertura de mais faculdades de medicina seja travada ou um trunfo na manga para, quando chegar a altura, falar ao ouvido do senhor ministro da saúde e sussurrar baixinho "Sr. Ministro, não abra mais vagas nas licenciaturas de Medicina. Nós já somos tantos e o pão é tão pouco".

Se assim for, eu só sugiro ao Sr. Ministro que os mande comer croissants!

P.S.: A sugestão está feita. Realisticamente, não creio que o Sr. Ministro (qualquer que ele seja na altura) tenha estofo que chegue para evitar ceder às pressões da habitual mediocridade que é, e sempre foi, o estandarte das Ordens. Em circunstâncias diferentes (e certamente do lado contrário) Marie Antoinette fê-lo e acabou sem cabeça.

Quarta-feira, 14 de Novembro de 2007

Discos pedidos

O caminho para a democratização da música, na vertente do consumo, está mais curto a cada dia que passa.
Prova disso mesmo são os mais recentes meios para a aquisição de álbuns ou músicas avulsas através de lojas na Internet, ou de plataformas online dedicadas, a preços mais em conta, ou mesmo a decisão inovadora e surpreendente tomada há dias pelos Radiohead (o seu novíssimo álbum custa aquilo que cada um quiser pagar).

Hoje aterrei num sítio da Net onde essa democratização* surge numa nova variedade.
O site chamada Songza.Com e, numa tela limpa e minimalista, oferece a quem passa a oportunidade de escrever na caixa de pesquisa o nome de um artista, álbum ou música. Dessa feita, surge uma lista com os resultados e resta apenas escolher a música desejada, a qual começa de imediato a tocar.
Se pensarmos bem, este tímido e humilde sítio da Net não inventou a pólvora, nem oferece este mundo e o outro.
E daí, talvez não... Na verdade, oferece todo um mundo de música a quem estiver de passagem e quiser ouvir um trecho da sua eleição, em qualquer sítio que se encontre, e sem ter que desembolsar um único cêntimo.
Das várias entradas que coloquei na caixa de pesquisa, seja de música portuguesa ou estrangeira, o Songza não me deixou ficar mal em nenhuma delas.

Fiquei cliente e, por isso, deixo aqui a sugestão para os nómadas da Net que gostam de surfar ao som de boa música. Por falar em surfar, não faltam os Beach Boys com Surfin' USA... em várias versões.

* Neste caso em concreto, tenho reservas em empregar o termo "Democracia". No Songza não se encontra qualquer nota relativamente ao respeito pelos direitos de autor, nem do enquadramento legal que lhe permite (ou não) oferecer o que, em rigor, pertence a (milhões de) artistas e profissionais. Suspeito que não tardarão a perceber que nem tudo o que é bom é para se ouvir. Quanto mais não seja, quando receberam uma cartinha de uma discográfica a reclamar direitos de autor e uma indemnização choruda...

Sexta-feira, 9 de Novembro de 2007

Pinturas 'Camaliónicas'

A tecnologia, ou a eventual existência da mesma, já era conhecida. A mudança da cor da pintura de um automóvel através do simples premir de um botão era um "boato", já de si, fascinante.
O Gizmodo, sítio da Internet dedicado à divulgação de novas tecnologias e a tudo que é novidade no campo dos gadgets, anunciou hoje que a Nissan está a desenvolver uma nova pintura para automóveis à base de polímeros de óxido de ferro paramagnético. A pintura reage a uma determinada carga eléctrica constante, que provoca uma alteração no arranjo dos cristais de óxido de ferro.
Mas, afinal, o que é que tudo isto quer dizer?
Na prática, essa indução eléctrica permite a alteração da cor da pintura do carro, aproveitando a boa capacidade condutora da carroçaria metálica dos automóveis.
A Nissan promete que esta nova tecnologia estará no mercado, muito possivelmente, já em 2010. Até lá, resta esperar...

Terça-feira, 6 de Novembro de 2007

O Feitiço contra o Feiticeiro

"Foi Feitiço", lá dizia André Sardet. Eu cá digo que é bruxedo!
Se há 3 anos estávamos entregues a um (des)Governo encabeçado por Pedro Santana Lopes que enfrentava uma oposição patrocinada por José Sócrates, hoje não estamos melhor.
Vira o disco e toca o mesmo. Hoje mesmo, os "marretas" [nome de baptismo dado por um técnico da RTP] reencontram-se no Parlamento, mas em posições inversas, o que permite adivinhar que o país vai igual, ou muito pior.
Do ponto de vista da capacidade para levar avante um programa de governo para o país, creio que estamos melhor, senão venha o diabo e escolha. Mas a inércia criada por uma sucessão de más opções políticas tomadas pelos portugueses nos últimos anos (só justificadas pela total ausência de melhores alternativas reais) leva-me a constatar que Portugal desperdiçou mais 3 anos e insiste em errar pelo caminho que tomou há já mais de 800.

Não obstante do sonho e das promessas, o desemprego aumenta, quer seja no sector público, quer no privado. As listas de espera para a obtenção de cuidados de Saúde engrossa a olhos vistos. A Justiça revela-se, cada vez mais, um instrumento não do (de um) Estado (de direito) mas de um poder instalado capaz de subverter os mais elementares e flagrantes direitos dos cidadãos. A Educação passou a ser um vocábulo agora usado para significar uma realidade que outrora existiu.
O Respeito, a Honra, o Brio ou a Solidariedade são coisas dos sonhos e, num país em que só não vale tirar olhos (?), pertencem à Utopia. Para quem ainda se lembrar da Exposição Internacional de Lisboa (1998), havia lá um pavilhão com esse nome. Creio que nos era dedicado.

Portugal é assim. É um país de grandes manchetes nos jornais, de grandes pontes, de grandes centrais fotovoltaicas, de grandes desportistas, de grande (bom ou mau) mediatismo por essa Europa e por esse mundo fora. Há 500 anos já assim era. Um país de proeminentes navegadores, conquistador de territórios imensos e com um ego do tamanho (de metade) do mundo. E no entanto...

Sou português. Gostava de o ser, mas com letra maiúscula; com orgulho e brio.
Não precisamos de ser os maiores. Em absolutamente nada.
Só precisamos de adequar o nosso ego à sua essência e dimensão. De sermos trabalhadores (produtivos), inovadores, audazes e descomplexados, honestos, justos e capazes. Só...

Quarta-feira, 31 de Outubro de 2007

Mac OS X Leopard | Sucesso garantido. Ou não...

A Apple lançou na passada sexta-feira o seu novo sistema operativo, denominado de Mac OS X Leopard. O acontecimento havia sido antecipada e devidamente coberto pelos meios de comunicação social, de entre os quais proeminentes jornais como o Wall Street Journal ou o New York Times.

O Corta Sabores deu nota disso mesmo na véspera do lançamento, com a apresentação de uma análise prévia feito por um dos gurus do momento.

Os dados estavam (quase) lançados e as expectativas quanto ao sucesso do novo produto da empresa de Cupertino, Califórnia, eram elevadas.
Poucos dias depois, mais concretamente 4 dias volvidos, a Apple veio anunciar que, durante o fim-de-semana passado, foram vendidas 2 milhões de cópias do Leopard!
Perante esta assinalável marca, conseguida em apenas escassos dias, coloca-se agora a questão se o volume vendido é sustentável nos próximos tempos, ou se quem queria actualizar o seu Macintosh tratou de se aviar prontamente (hipótese que não é de colocar de parte, conhecidos que são os fãs dos produtos Apple pelo seu fanatismo pela marca).
Na imprensa impera o consenso pela segunda hipótese.

A própria Microsoft, que lançou o Windows Vista em finais de Janeiro, previa vender 200 milhões de licenças até ao final de 2007. Porém, à data, apenas foram vendidas 88 milhões de cópias...
Só o tempo o dirá, mas, aparentemente, a euforia poderá ter os dias contados se suceder aquilo que se prevê.

Para quem trabalha com os charmosos Mac OS e ainda não pôs as mãos no Leopard, sugiro que o faça, quanto mais não seja porque, de entre as novidades, o novo sistema operativo tem um conjunto de novos ícones, como é o caso do ícone que representa um PC (Wintel) ao alcance da rede. O referido ícone é composto por um velhinho monitor CRT com o famoso Blue Screen of Death que desde sempre é temido pelos utilizadores de sistemas Windows.

Ao charme, à simplicidade e elegância, a Apple decidiu juntar uns pozinhos de humor de grande inspiração!

Quinta-feira, 25 de Outubro de 2007

Mac OS X Leopard



A pouco mais de 24 horas do lançamento, Walter Mossberg, do Wall Street Journal, faz o primeiro comentário ao novíssimo Mac OS X Leopard, a nova versão do sistema operativo dos computadores Apple.

Na voz de W. Mossberg, este novo Mac OS é evolucionário mas sem ser revolucionário.
Tendo em consideração esta análise, e outras de especialistas na matéria, parece que não é desta que sai um vencedor inequívoco da velha batalha entre Mac OS e Windows.
Aparentemente, a Apple continua a dar cartas em matéria de charme e elegância, enquanto que a Microsoft leva a melhor no aspecto da funcionalidade e facilidade de utilização.

Mas, como se costuma dizer - e Steve Jobs sabe bem disso -, os olhos também comem...

Quarta-feira, 24 de Outubro de 2007

O reencontro do Socialismo

"Um governo socialista também implementa medidas socialistas."
Este poderia ser um bom slogan para o actual governo socialista de José Sócrates adoptar na sua cuidada estratégia de comunicação e marketing político.

Há dias deitei os olhos ao Diário de Notícias - jornal que raramente me passa pelas mãos - e surpreendeu-me positivamente a notícia que dava conta do seguinte: Medicamentos para a artrite vão ser gratuitos.
O desenvolvimento da notícia viria a ser ainda mais revelador e animador, coisa que, de resto, contraria sobremaneira as mais recentes práticas jornalísticas adoptadas em Portugal, ou em qualquer outro país rendido à imprensa sensacionalista e insuflada em vácuo.
Afinal, para além do tratamento à artrite, também serão integralmente comparticipados outros tratamentos para doenças não menos preocupantes. A saber, espondilite aquilosante, artrite psoriática, artrite idiopática juvenil poliarticular e psoríase em placas.
Ao todo, as 5 doenças afectam cerca de 1% da população portuguesa, e os respectivos tratamentos contínuos deixam os pacientes com cerca de menos de 3 a 10 mil euros por ano.

Quer isto dizer que a comparticipação destes tratamentos é, sem dúvida, uma boa acção do governo socialista para com os seus beneficiários directos, a qual deve ser salutar por estes e pelos demais contribuintes portugueses.
Resta saber se o despacho do Ministério da Saúde que seguiu para Diário da República contempla mecanismos de discriminação negativa em relação àqueles que usufruem de maiores rendimentos. Ou seja, se a referida comparticipação total dos tratamentos é dirigida exclusivamente a quem precisa de apoio financeiro ou se, pelo contrário, voltamos à política do "faz o bem e não olhes a quem".
Se for o caso, lá se vão os últimos vestígios de política social direccionada em favor de acções de caridade indiscriminadas.

Segunda-feira, 22 de Outubro de 2007

O Banqueiro e a Caixa de Pandora

O Corta Sabores prometeu e, por isso, está agora a cumprir.
No passado sábado (16) o jornal Expresso publicou a primeira de muitas notícias que lhe viriam a seguir sobre alegados casos de favorecimento, ilegalidades e irregularidades graves na maior instituição financeira privada portuguesa. O BCP acordara de um terrível pesadelo para enfrentar uma realidade ainda mais vil e cruel. E foi nessa altura que eu prometi dar aqui nota de mais desenvolvimentos e de revelações que tratariam de apanhar de surpresa os menos atentos.
E, como o prometido é devido, aqui seguem algumas notas sobre o assunto.

6 dias. Foi o tempo que mediou entre Jardim Gonçalves (JG) negar o total conhecimento da dívida perdoada pelo BCP ao seu filho Filipe Jardim Gonçalves, e cuidar de passar um cheque pessoal no montante aproximado de 12 milhões de euros para saldar essa mesma dívida.
Para os que leram o artigo "O Banqueiro e o Filho Pródigo", devo situar esta narrativa na respectiva parábola. Estamos precisamente na fase em que o pai ordena dar ao filho recém regressado um anel, uma túnica e umas sandálias, e manda matar o melhor novilho para festejar o evento.

A "boda" está a sair cara a JG mas tudo indica que ainda só parte das despesas feitas pelo filho e pelos demais convivas (leia-se José Goes Ferreira e companhia) terão sido pagas pelo banqueiro. Ainda faltará acertar outras contas com quem as averiguações conjuntas do Banco de Portugal (BP) e da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) vierem a desvendar.
De acordo com os novos factos que o Expresso divulgou no passado fim de semana (uma semana depois de a Caixa de Pandora ter sido descerrada), os comensais desta boda serão mais do que muitos. Daí que a factura da mesma parece estar longe de estar paga.
Sem querer entrar em muitos detalhes (para que as minhas digestões continuem a decorrer com normalidade), não será demais lembrar que o Sr. Eng. e os demais executivos que o rodeiam sofrem dos males típicos que atacam os gestores agarrados ao poder por demasiado tempo. Concretamente, os históricos da casa que acolitaram JG na árdua tarefa de fazer brotar o BCP do zero, vêem o banco como uma comuna de onde retiram habilmente (?) recursos por via directa e indirecta para seu benefício pessoal e daqueles que os rodeiam.

Agora que se tornou público, sabe-se que JG e os seus executivos de topo usam-se de forma abusiva e descarada dos meios disponíveis a seu bel-prazer. A lista é extensa mas não foi ainda integralmente, ou minimamente, divulgada. Mas são gritantes as situações de perversidade em que, por exemplo, a família Beck (Christopher de Beck é vice-presidente do banco) fornece as instalações do BCP, no Tagus Park, com um jardim infantil, até à família Jardim Gonçalves que presta serviços de decoração e luxo a todos os espaços corporativos da instituição.

À parte dos pormenores mais sórdidos e novelesco que retiram a dignidade a um eventual romantismo imputável a esta incompleta saga, fica uma ou mais questões de fundo, de princípio, de ética - senão até de reposição da legalidade - por resolver.

Por que é que JG continua agarrado ao trono e ao ceptro depois de conhecidos todos os males que foram arrastados da Caixa de Pandora, e fazem dele o principal visado da peste que assolou o banco de que é fundador?

Depois do conhecimento público e institucional de um emaranhado de situações que, no mínimo, constrangem, humilham e, naturalmente, envergonham (?) o líder (?) histórico do BCP, o que falta para JG apresentar a sua demissão de todas as funções que ocupa na instituição, salvaguardando o que eventualmente resta da dignidade que ainda possa reclamar?

Para mim, fica uma certeza e impõe-se uma dúvida.

Certeza: o Millennium BCP virou a vida de JG de pernas para o ar.

Dúvida: suspeito que a resistência em abandonar o fausto instalado no Tagus Park tem um fundamento. A casa está desarrumada, e ainda há muito lixo varrido para debaixo dos tapetes. JG e a sua troop de cúmplices têm que aproveitar a vantagem de (ainda) estarem no terreno e arrumar o mais possível em contra-relógio com as diligências do BP e da CMVM.
Seja verdade ou não, como sucedeu com a Caixa de Pandora, para JG o mundo nunca mais será o mesmo. E ainda bem.

Onde está o "Alzheimer"?

Até há bem pouco tempo a detecção da doença de Alzheimer só poderia ser feita, em definitivo, através de uma autópsia.
Ou seja, o diagnóstico desta doença neurodegenerativa - que incide maioritariamente em indivíduos com mais de 65 anos - era feito meramente pela análise de um conjunto de sintomas, mas sem nunca ser possível uma aferição rigorosa do estado do doente, ficando reservada qualquer conclusão para o post-mortem.
Segundo investigadores da Universidade de Standford, um novo teste ao sangue, que identifica alterações em 18 proteínas, consegue identificar as pessoas que correm risco de virem a desenvolver a doença de Alzheimer, mesmo seis anos antes de os sintomas se tornarem visíveis.
Os investigadores garantem que o novo teste identifica, em 90 por cento dos casos, quem tem Alzheimer, bem como quem está em risco de vir a desenvolver a doença.

Sabe-se, também, que, com o aparecimento deste novo exame, a detecção precoce da doença irá permitir a tomada de contra-medidas para o seu potencial tratamento.